Era meia noite, quando o sol brilhava no horizonte.
Um negro careca,com seus lindos cabelos louros, sentado num banco de madeira,feito de pedra, contemplava a beleza da natureza. Ao seu lado havia um cego que lia um jornal sem letras, enquanto olhava sua plantaçao de bacalhau. Bem na frente a sua retaguarda, voava a toda velocidade um grandioso jacaré, enquanto um volumoso elefante repousava à sombra de um pé-de-alface.
Um homem nu, mal vestido, segurando um ferro de borracha calado dizia: "prefiro morrer do que perder a vida". Ali perto, bem longe, havia um bosque onde as vacas pulavam de galho-em-galho, os pássaros pastavam alegremente, os elefantes rosas voavam. Existia um mudo que dizia: "a terra é uma esfera quadrada que gira parada em torno da lua e que navega num navio sem fundo, sobre as ondas de um poco sem águas". E tudo isso graças ao átomo de carbono, que fez a fotossintese dos verbos, que fez também a hibridizaçao dos logaritmos e a grande epidemia de malaria que atacou toda a tropa do barco de Cristovao Colombo no dia da descoberta do Brasil.
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
